segunda-feira, 14 de julho de 2008

Recados para sua Secretária Eletrônica

Com o advento do celular, secretária eletrônica se tornou um acessório em extinção. Mas ainda tem muita gente que usa, até porque a maioria das empresas de telecomunicação estão oferecendo uma secretária eletrônica virtual.

Para aqueles que possuem uma, mas não sabem o que colocar na mensagem de atendimento, aí vão algumas idéias:

1-Depois do bip, você sabe o que fazer…

2-Provavelmente eu estou em casa. Apenas estou tentando evitar alguém que eu não gosto. Deixe uma mensagem. Se eu não chamar de volta é porque é você.

3-Alô, aqui do centro do universo. Deus falando. Se você deixar seu nome, telefone e prece depois do bip, Eu te telefonarei de volta assim que puder. Eu respondo todas as preces, mas algumas vezes a resposta é NÃO. Seja abençoado, meu filho, e tenha um bom dia.

4-Alô, aqui é a Morte. Não estou disponível agora, mas se você deixar seu nome e telefone, eu estarei logo, logo disponível para você…

5-Felicitações, você está em contato com a Sexto Sentido Detetives Associados. Nós sabemos quem você é e de onde você fala. Então, depois do bip, queira desligar.

6-Alô, eu estou em casa agora, apenas não consigo achar o telefone. Deixe uma mensagem e eu te telefono assim que encontrá-lo.

7-Eu não posso atender agora porque estou com amnésia e me sinto ridículo conversando com alguém que eu não me lembro o nome. Você poderia me ajudar dizendo o meu nome e alguma coisa sobre mim. Obrigado.

8-Isto não é uma secretária eletrônica. É um aparelho de detecção de pensamentos. Após o bip sonoro, queira pensar no seu nome, telefone e razão do telefonema e eu pensarei se retorno a chamada.

9-Você está ficando cansado. Suas pálpepras estao ficando pesadas… Você está perdendo gradualmente seu auto-controle e sua capacidade de resistir à sugestão. Quando você escutar o bip sonoro você sentirá uma vontade irresistível de dizer seu nome, telefone e uma mensagem…

10-Alô, aqui é a tostadeira do João. A secretária eletrônica dele está no conserto. Deixe uma mensagem depois que a torrada estiver pronta.

11-Alô, aqui é o micro-ondas do João. A secretária eletrônica dele fugiu com o aparelho de som. Então eu estou pegando as mensagens. Se você quiser cozinhar algo enquanto deixa uma mensagem, é só colocar na frente do fone.

12-Você tem 5 segundos para encontrar qualquer coisa para dizer após o bip…

13-(música do missão impossivel) Alô.. no momento não posso atender.. deixe seu recado após o sinal .. esta msg se autodestruirá em 5 segundos.. boa sorte.

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Bandas que morreram rapidinho

Bandas nascem e bandas morrem o tempo todo. A cada ano surge um novo talento, enquanto um grupo clássico anuncia seu fim. Mas sempre tem aquele conjunto que, de repente, some…
Relembramos aqui dez bandas que sumiram do mapa em dois palitos. Algumas delas não emplacaram mais de um sucesso; outras marcaram época mesmo com pouco tempo de vida. Mas todas lançaram no máximo três discos de estúdio e viveram durante poucos anos.


O Surto
Eles piraram o cabeção de muito moleque pelo Brasil em 2002, mas O Surto fez jus ao nome e foi uma banda absolutamente passageira. Tiveram momentos de glória como tocar no Rock in Rio 3 no dia do Red Hot Chilli Peppers para milhares e milhares de pessoas. O grupo lançou apenas um álbum, “Equalizando as Idéias”, e terminou antes de trazer novos CDs que pudessem refletir a luz do sol como um piercing.

Sex Pistols
A banda ícone do punk anarquista durou um único álbum. “Nevermind the Bollocks, Here’s the Sex Pistols” foi lançado em 1977 pela Virgin após diversos contratos fracassados com outras gravadoras. O álbum do grupo idealizado pelo produtor Malcolm McLaren emplacou hinos do punk como Anarchy in the U.K. e God Save the Queen antes de acabar em 1978 com a saída do vocalista Johnny Rotten. Um ano depois, o baixista Sid Vicious foi encontrado morto por overdose de heroína. Em 1996, o Sex Pistols chegou a tocar novamente, mas não passou de uma turnê comercial com Glen Mattlock, que era membro da banda antes do sucesso, no baixo.


Blind Melon
Eles ganharam fama mundial e receberam multi-platinas com o sucesso do hit No Rain, de 1992 – mas a morte por overdose do vocalista Shannon Hoon em 1995 fez a banda entrar aqui nesta lista. Eles lançaram dois álbuns com Hoon vivo (“Blind Melon” e “Soup”) e um terceiro (“Nico”) lançado em 1996 com Noon morto, mas os vocais foram gravados pelo cantor antes de sua morte. Anos depois, os integrantes remanescentes ensaiaram uma volta, mas a iniciativa não vingou.

Secos & Molhados
Banda histórica brasileira, o Secos & Molhados surgiu em 1973 e causou furor com suas músicas de vanguarda e suas apresentações performáticas. Os dois discos do grupo, lançados em 1973 e 1974, se chamam “Secos e Molhados” (sim, ambos). O primeiro vendeu cerca de 300 mil cópias – grande sucesso para a época – e após turnês nacionais o vocalista Ney Matogrosso e o violonista João Ricardo saíram do grupo ainda em 1974. Um monte de coletâneas e discos ao vivo do grupo foi lançado com o passar dos anos, mas o grupo original jamais se reuniu.

4 Non Blondes
O megahit “What’s Up”, parte do único álbum do grupo (“Bigger, Better, Faster, More”, de 1992), fez este quarteto de moças não loiras famoso no mundo todo em 1993. A vocalista Linda Perry – claramente a mais talentosa do grupo – deixou a banda no começo de 1996, o que decretou o fim do 4 Non Blondes. Elas chegaram a gravar um segundo álbum que jamais foi lançado. Hoje, Perry é produtora musical e trabalhou com Pink e Christina Aguilera entre outros.

Sr. Banana
Senhor quem? – você pode estar se perguntando. Essa banda curitibana ficou mais famosa por se sagrar campeã do torneio Rock & Gol MTV de 1996 do que pelo seu único CD, “Sr. Banana”. Eles conseguiram vencer os Raimundos por 2 a 0 na final do torneio, mas não conseguiram gravar um segundo álbum ou emplacar alguma de suas 13 músicas nas rádios brasileiras. Fica registrada, ao menos, na história da bola.

The Verve
A banda britânica The Verve explodiu com seu terceiro álbum, “Urban Hymns”, de 1997 – e acabou no ano seguinte com a saída do guitarrista Nick McCabe. Fez muito sucesso com a música Bitter Sweet Symphony, mas também arrumou confusão com ela: utilizando-se (com permissão) de um sample da música The Last Time, dos Rolling Stones, eles acabaram processados por Mick Jagger & cia por usar excessivamente o tema e tiveram que pagar 100% dos royalties da música. Os álbuns anteriores do grupo, pouco conhecidos, são “A Storm in Heaven” (1993) e “A Northern Soul” (1995).

RPM
Eles lançaram o primeiro álbum (“Revoluções Por Minuto”) em 1985, um álbum ao vivo com o repertório deste primeiro álbum (“Rádio Pirata ao vivo”) em 1986, um álbum novo (“Os Quatro Coiotes”) em 1988 e acabaram logo depois. Essa é a história do RPM, banda pop/rock que foi febre nacional. Emplacaram os hits Olhar 43 e Rádio Pirata e o cantor Paulo Ricardo se tornou grande ídolo e objeto de desejo das adolescentes. Voltaram em 2002 com um álbum que contava com as mesmas músicas de antes (de novo!), mas foi uma reunião ainda mais breve que a original.


New Radicals

O New Radicals, como o próprio nome diz, tinha postura de banda que havia chegado para ficar e mudar os rumos da música. É, de boas intenções o inferno está cheio, porque a banda durou menos de 10 meses com a saída do vocalista Gregg Alexander em julho de 1999. Curioso que em You Get What You Give, maior hit de “Maybe You’ve Been Brainwashed Too” (1998), Alexander xingava artistas como Beck, Courtney Love e Marilyn Manson dizendo que eram enganações.

Zwan
Pode ser que você não conheça o Zwan, mas certamente sabe quem é Billy Corgan. A banda formada pelo cantor após o término do Smashing Pumpkins não teve nem dois anos de vida. Formada no final de 2001, lançou apenas um álbum, “Mary Star of the Sea” em janeiro de 2003 e morreu em setembro do mesmo ano.

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O que significa a palavra “Status”?

Statu quo é uma redução da expressão latina [in] statu quo [ante], que significa, literalmente, “no mesmo estado em que se encontrava antes”. A diplomacia teria sido o principal responsável pela difusão da expressão, empregada principalmente para referir-se às condições em que tudo se encontrava antes de determinado fato. Por exemplo: duas nações que se engajam numa guerra de fronteiras podem concordar em cessar fogo desde que as duas partes voltem ao statu quo ante - entenda-se, às posições territoriais que ocupavam antes do início do conflito (notem que aqui, devido à idéia temporal, o advérbio latino ante pode ser usado, se quisermos).

Pouco a pouco, esta expressão, além de “estado anterior”, passou também - e principalmente - a significar o estado atual, a situação vigente, ou, no jargão dos anos 60, o sistema. É o que vemos nas frases abaixo:

“Enquanto Marat e Sade são personagens pró-revolução (Marat na revolução externa, política, e Sade, na interna, erótica), Napoleão é o reacionário, que representa o statu quo.”

“As tendências da esquerda brasileira e seus aliados ainda agem, infelizmente, como se a agremiação devesse limitar-se a contestar o statu quo, tal como ocorrera até o final dos anos 70.”

Estranhamente, diz o dicionário Aurélio XXI que a forma status quo seria preferível a statu quo. Essa é também a lição de alguns dicionários ingleses, mas não tem qualquer razão de ser. Na expressão latina completa - in statu quo ante -, a palavra status (em Latim, “o estado”) não aparece no nominativo, mas no ablativo statu, e como tal deve figurar na forma reduzida. Para quem perdeu o seu Latim, acrescento: teríamos status se a palavra fosse aqui o sujeito; contudo, temos statu porque é um adjunto adverbial (que corresponde, grosso modo, ao ablativo latino).

Status, usado isoladamente, é vinho de outra pipa: é um latinismo usado até na linguagem coloquial, com o significado de (1) situação, estado ou condição ou (2) grau elevado de distinção e prestígio social:

São Paulo estuda a possibilidade de reivindicar o status de cidade internacional.
Há dois anos apenas, portar um telefone celular era um indiscutível símbolo de status.

Tanto statu quo, quanto status, devem ser colocados entre aspas ou escritos em letra de destaque (itálico ou negrito). Agora, faço questão de reproduzir a cáustica advertência dos irmãos Fowler para quem gosta de empregar expressões latinas: “Ninguém deve usá-las se não tiver certeza de que não estará, assim, apenas proclamando sua ignorância”.

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domingo, 13 de julho de 2008

Lendas Urbanas

PASSAGEIRA FANTASMA
Certo dia, um motorista de táxi rodava pela avenida José Bonifácio em frente ao cemitério Santa Izabel quando uma linda jovem fez sinal.
Ele parou e ela pegou o táxi. Eles deram uma volta na cidade e ele a trouxe de volta para o cemitério. Na hora de pagar, ela mandou que ele fosse receber na casa dos seus pais. Deu-lhe o endereço completo.
No dia seguinte, ele foi cobrar o dinheiro.encontrou a casa, bateu, um senhor veio recebê-lo. Ele disse que viera cobrar o dinheiro pela corrida de táxi que sua filha havia feito.
O senhor ficou todo desconfiado e disse que sua filha não tinha saído à noite.
O susto maior do pai foi quando o taxista deu o nome da moça e disse como ela era e como estava vestida.
O pai disse que não era possível, que a sua filha tinha morrido já a alguns anos.
-Será que errei de casa, diz o motorista.
Então o motorista começou a ver algumas fotos que estavam na parede e disse:
- É aquela moça.
O motorista saiu perplexo, quase louco, sem saber o que tinha acontecido na noite anterior.

A LOIRA DO BANHEIRO
Essa lenda é muito conhecida, qualquer em já deve ter ouvido falar nela nos corredores de uma escola. Ela é muito comentada, mas também incerta, existem muitas versões para ela.
Uma delas diz, que uma menina loira muito bonita vivia matando aula na escola, ficando dentro do banheiro, fumando, fazendo hora, enfim. Então um dia, durante essas escapadas, ela caiu, bateu com a cabeça e morreu. Desde esse dia, os banheiros femininos de escolas são assombrados pelo espírito de uma loira que aparece quando se entra sozinho.
Outros dizem que esta loira aparece com o rosto cheio de cicatrizes e fere as garotas, ou com algodão no nariz, pedindo para que tirem. Também há a de que, se chamar tantas vezes em frente ao espelho ela vai aparecer.
É uma história complicada, mas é uma das lendas bem antigas que fazem parte da vida de qualquer estudante.

Recomendo:Você Sabia?

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Cheque, cartão ou cannabis?

Um jovem neozelandês, chapadão e sem-noção,tentou pagar uma conta com maconha!Ele passou em uma loja de conveniência desejando saciar a larica(fome causada pelo uso de drogas), quando percebeu que não tinha dinheiro.Teve a genial idéia e nem notou que atrás dele na fila estava um policial...

Fonte:Revista Mundo Estranho, julho/2008

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